A 25ª edição do evento californiano entregou um verdadeiro espetáculo, com direito a estreias históricas, nostalgia e uma chuva de participações especiais em seus dois finais de semana
O Coachella 2026 definitivamente entrou para a história. Celebrando sua 25ª edição com ingressos esgotados em menos de uma semana, os dois finais de semana de festival entregaram o que o público mais ama: atrações inéditas e as maiores surpresas da cultura pop. Juntando tudo o que rolou nas duas semanas de evento, separamos os destaques que definiram a edição deste ano.
Melhores momentos do Coachella 2026
Logo no primeiro fim de semana, Sabrina Carpenter mostrou por que é a nova queridinha do pop. Mas o ápice veio no segundo sábado, quando ela levou Madonna ao palco, 20 anos depois da primeira apresentação da rainha do pop no festival. Juntas, apresentaram um medley de “Vogue” e “Like a Prayer” e estrearam a inédita “Bring Your Love”, faixa que estará no aguardado Confessions on a Dance Floor Part II.
Outro destaque foi o retorno triunfal de Justin Bieber aos palcos e como headliner. Em um show intimista, o canadense convidou Billie Eilish para um dueto de “One Less Lonely Girl” e dividiu o palco com SZA em “Snooze”, além da participação do rapper Big Sean que cantou as clássicos como “As Long As You Love Me“, do álbum Believe (2012), e “No Pressure“, do Purpose (2015).
O festival também foi marcado por colaborações inesperadas. Addison Rae chamou Olivia Rodrigo para cantar juntas “Headphones On” e estrear “drop dead”, novo single da Olivia que estreou no dia 17 de abril.
Já o encontro de Zara Larsson e PinkPantheress trouxe frescor e inovação, Zara Larsson confirmou que PinkPantheress estará oficialmente em seu novo álbum deluxe Midnight Sun: Girls Trip, que será lançado em 1º de maio de 2026. A parceria vai além do sucesso de “Stateside”, já lançado pelas duas.
Nos domingos, quem comandou foi Karol G. A colombiana fez história ao se tornar a primeira artista latina headliner do festival, com um espetáculo grandioso que celebrou a cultura latina e contou com participações de Becky G, Peso Pluma, J Balvin e Wisin.
O Brasil também brilhou no festival com a Luísa Sonza. A cantora levou sua energia para a tenda Gobi, consolidando cada vez mais seu nome na cena internacional e mostrando que a música brasileira tem espaço garantido no line-up global.
Além do pop, o festival abriu espaço para outras vertentes. O grupo filipino Bini fez história no palco Mojave, enquanto o Katseye incendiou a tenda Sahara com participação do KPop Demon Hunters.
Na música eletrônica, o DJ italiano Anyma compensou o cancelamento inicial com um set impecável que contou com Lisa (BLACKPINK) e Matt Bellamy (Muse).
Já no rock, a banda The Strokes levou o público ao delírio com seus clássicos do indie rock revival, mas também gerou polêmica ao projetar mensagens políticas durante a execução de “Oblivius”. As críticas direcionadas aos Estados Unidos, à CIA e a Israel dividiram opiniões e transformaram o show em um dos momentos mais comentados da edição.
O Coachella 2026 foi mais do que um festival: foi uma celebração da diversidade cultural e musical. Entre encontros épicos, estreias históricas e momentos de pura nostalgia, a edição comemorativa reafirmou o evento como o maior espetáculo pop do planeta.

