Shows de Robert Plant, Magdalena Bay, Lykke Li e Beirut marcaram o encerramento do C6 Fest 2026 com nostalgia, emoção e diferentes sonoridades no Parque Ibirapuera
O último dia de C6 Fest 2026 começou com previsão de chuva ao longo do dia, mas para a felicidade dos fãs, o domingo ficou apenas nublado e com clima frio, o que não impediu em nada a experiência de assistir aos artistas. Com os palcos Arena Heineken, Tenda MetLife e Pacubra, o festival reuniu diferentes gerações e sonoridades em uma maratona musical intensa no Parque Ibirapuera.
Psicodelia brasileira abre o último dia do festival
A primeira apresentação do dia foi com o artista plástico Samuel de Saboia, que expandiu sua arte para a música e levou ao festival muita brasilidade e psicodelia dos anos 60, combinando tudo com uma performance poética e carismática.
Magdalena Bay entrega synthpop vibrante e visual hipnótico
Na Arena Heineken, a dupla Magdalena Bay iniciou o show com o sucesso “Image”, animando o público desde o começo. A vocalista Mica Tenenbaum trouxe adereços e figurinos característicos da era de Imaginal Disk. O show foi carregado de synthpop vibrante e visual hipnótico, entregando a combinação perfeita para começar a tarde com energia lá no alto.
Os Paralamas do Sucesso e Nação Zumbi unem rock e manguebeat
Logo depois, Os Paralamas do Sucesso subiram ao palco com sucessos da carreira e logo chamaram ao palco a Nação Zumbi, em um encontro que uniu clássicos do rock brasileiro com a potência percussiva do manguebeat. O público se aqueceu com a vibração energética do show.
Benjamin Clementine emociona com poesia e dramaticidade
Um dos shows mais aguardados do dia, Benjamin Clementine assumiu o palco trazendo sua mistura única de poesia, piano e dramaticidade em uma apresentação intensa e emocional. Claro, também foi um dos artistas que tentou se comunicar em português com o público.
Oklou e Lykke Li hipnotizam público na Tenda MetLife
Ainda na Tenda MetLife, palco secundário com limite de lotação, Oklou e Lykke Li subiram ao palco com um show de luzes e fumaça. Se a ideia era fazer as pessoas ficarem hipnotizadas com a presença delas, realmente deu certo.
Não tinha como não observar cada movimento que faziam no palco.
O jogo de luzes cativou fãs e também o público que apenas passava pela área. Lykke Li ainda fez um cover de “Sozinho”, composição de Peninha eternizada na voz de Caetano Veloso.
Após 17 anos, Beirut volta ao Brasil com uma apresentação emocionante na Arena Heineken
O grupo assumiu o palco com sua sonoridade marcada por instrumentos de sopro, folk e influências balcânicas, criando uma atmosfera quase cinematográfica durante o pôr do sol. A banda também cantou “O Leãozinho”, de Caetano Veloso.
Robert Plant encerra o festival em clima histórico
Fechando a noite e o festival, com um clima histórico, Robert Plant retornou ao Brasil acompanhado do projeto Saving Grace e da cantora Suzi Dian. O lendário vocalista do Led Zeppelin mergulhou em versões folk, blues e releituras de clássicos que atravessaram gerações, encerrando o domingo de forma emocionante e grandiosa.
Um dos destaques do show foi a potência vocal de Robert Plant e também de Suzi Dian. A emoção foi tanta que uma mulher chegou a invadir o palco para abraçar o artista, mas foi contida pelos seguranças. Robert achou a situação engraçada e continuou o show.

