Segundo dia de festival lotou a Cidade do Rock com despedida do Sepultura, estreias apoteóticas e show de drones pelo Dia da Amazônia
O segundo dia do Rock in Rio 2026, realizado neste sábado (5), transformou a Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, em um verdadeiro templo da música pesada. Dedicada ao rock e ao heavy metal, a data foi marcada por rodas punk, mosh pits e uma imersão visual inédita, com as bandas explorando toda a potência da nova cenografia de LED do Palco Mundo em shows de alta voltagem que conectaram diferentes gerações de fãs.
No palco principal, a noite foi encerrada com a força do heavy metal do Avenged Sevenfold, que entregou projeções 3D surpreendentes e riffs clássicos. Antes, o aguardado Bring Me The Horizon fez sua estreia no festival sob o comando de Oli Sykes, em uma apresentação catártica repleta de referências ao universo dos games. A programação ainda contou com a energia irreverente de mgk (Machine Gun Kelly) e o peso histórico do Sepultura, que realizou o seu penúltimo show da carreira — e o último da história dentro do festival.
A diversidade do gênero ditou o ritmo dos demais espaços. O Palco Sunset celebrou a representatividade com Malvada e Day Limns, o encontro explosivo entre Black Pantera e Nervosa (com direito a roda punk 100% feminina), a versatilidade de Poppy e o encerramento sofisticado do Bad Omens. O mapa do rock se expandiu pelo Espaço Favela, Supernova e Global Village, com destaques como Major RD, Supercombo e Korzus, enquanto o New Dance Order garantiu o som madrugada adentro com nomes da música eletrônica, como James Hype.

