O Women’s Music Event reafirmou seu papel como o principal encontro da música feita por mulheres no Brasil
Entre os dias 12 e 15 de junho, São Paulo recebeu a nona edição do WME, plataforma referência no protagonismo feminino na música brasileira. Com mais de 6.300 pessoas presencialmente e 10 mil visualizações online, o evento reuniu shows, painéis, oficinas e mentorias, sempre com foco na diversidade e na inclusão.
A abertura aconteceu na Heavy House, com o painel “O Renascimento do Vinil e dos Formatos Físicos” e shows como o de Maria Beraldo, além das discotecagens de Grazi Flores e Curol. Nos dias seguintes, a Biblioteca Mário de Andrade e a Praça Dom José Gaspar receberam rodas de conversa, apresentações gratuitas e encontros com nomes como Céu, Bia Ferreira, Eliane Dias, Raquel Virginia e Letrux, madrinha desta edição.
Uma das novidades mais marcantes foi a participação inédita da Feira Preta, com estandes e o painel “Festivais como Tecnologia Ancestral”, liderado por Adriana Barbosa. A integração trouxe ainda mais força ao empreendedorismo negro dentro da programação.
O encerramento, no Cine Joia, teve shows de Anna Suav e da rapper Ajuliacosta, vencedora do BET Awards 2025, que celebrou a cena do rap feminino com uma apresentação potente.

Já em dezembro, o foco se volta para o WME Awards 2025, que terá Preta Gil como grande homenageada da única premiação dedicada exclusivamente às mulheres da música no Brasil.
“A missão do WME é ampliar a visibilidade, a autoestima e a geração de renda para mulheres da indústria musical”
afirma Monique Dardenne, cofundadora ao lado de Claudia Assef.

