Disco chega dia 23 de julho e traz regravações de clássicos de Ivete Sangalo, Vanessa Rangel e Cássia Eller
Um dos maiores sucessos do piseiro nos últimos anos está chegando com um novo projeto. Léo Foguete lança nessa quinta-feira, 23 de julho, às 21h, “Além do Tempo”, seu terceiro disco, em que traz novas canções e revisita clássicos da música popular brasileira em uma nova roupagem.
O disco vem com 7 músicas, entre elas releituras que celebram a força da MPB, como “Palavras ao Vento”, eternizada por Cássia Eller, “Palpite”, de Vanessa Rangel, e “Deixo”, de Ivete Sangalo, “A Lua”, de Matias Damásio, Matheus Fernandes e Nattan.
O destaque fica em “Alguns Defeitos“, faixa que mescla o forró e o sertanejo em uma parceria com Panda, um dos maiores nomes do sertanejo em 2026. O videoclipe da faixa será disponibilizado dia 24 ao meio-dia. Já as faixas inéditas “Fênix” e “Apenas Tu” chegam com aquele toque de forró romântico, estilo único que marca a identidade musical do cantor.
A regravação de “Deixo“, lançada em maio desse ano, já é um sucesso; a faixa chegou a alcançar
o 24.º lugar no Top 50 do Spotify Brasil. Em entrevista ao Vou de Grade, Léo contou um pouco sobre o novo projeto e contou o motivo de trazer de volta esses clássicos.
“Deixo” voltou a viralizar 20 anos depois de seu lançamento, só que agora na sua voz. O que você acha que faz esses grandes clássicos atravessarem gerações e continuarem fazendo sucesso até hoje?
Eu sempre falo que, quando existe verdade, as coisas acontecem, né? A verdade, ela vende. Então, a música ”Deixo” é uma música muito especial que me trouxe para um momento muito incrível da minha vida, me traz uma lembrança boa, me dá uma nostalgia. E eu lembrei dessa música e quis colocá-la no álbum, e fico feliz que ela tenha performado bem na minha voz. Não só essa canção, como outras que estão nesse álbum. E muitas músicas incríveis que eu gosto, que eu não vivi o sucesso delas, mas que eu quero passar para a minha geração o quanto o nosso Brasil é rico de músicas incríveis e quero passar para minha geração.
As músicas escolhidas para esse projeto já faziam parte da sua vida? Eram canções que você gostava de ouvir? Como foi o processo de seleção dessas regravações?
Eu gravei algo em torno de 60 músicas, todas especiais, mas essas foram escolhidas a dedo para que estivessem nesse álbum. Músicas incríveis que eu gosto, que eu não vivi o sucesso delas, mas que quero passar para a minha geração o quanto o nosso Brasil é rico de músicas incríveis. Foi feito com muito amor e carinho. A gente gravou muita coisa, foi o álbum em que eu mais trabalhei, escolhendo repertório com cuidado para que faça um trabalho bem lindo, e a galera curta.”
Entre os artistas donos desses clássicos, com quem você sonha dividir o palco ou gravar uma parceria no futuro? Por quê?
Sem sombra de dúvidas, a minha principal referência é Ivete Sangalo. Eu sou de Juazeiro, ela é do Juazeiro e ela é um fenômeno. Eu sou muito amigo do filho dela, do Marcelinho, que é incrível, e eu tenho o sonho de gravar uma música com ela, uma regravação ou que seja uma inédita, o que for. A Ivete está além. Quando ela me seguiu nas redes sociais, eu fiquei louco.
Léo Foguete

Aos 22 anos, Léo Foguete é uma das maiores revelações da música brasileira. Nascido em Petrolina, em uma família humilde, dividia o tempo compondo e trabalhando como servente de pedreiro. Em 2023, compôs “Mais Uma Noite“, gravada por João Gomes. Pouco tempo depois lançou seu primeiro grande sucesso, “Última Noite”, canção que atingiu os topos das paradas.
Seu primeiro álbum, “Obrigado, Deus“, estreou em primeiro lugar no Spotify Brasil e foi indicado ao Grammy Latino. Hoje lota shows por todo o Brasil, cantando sucessos como “Cópia Proibida”, “Cabelo de Sol”, “Acertada”. Em 2026, teve destaque na temporada de São João com mais de 20 shows por todo o país, onde apresentou pela primeira vez algumas das faixas do disco “Além do Tempo”.

