Performance uniu banda potente, ballet impecável e presença de palco marcante
No último sábado (25), Duda Beat se apresentou pela primeira vez na décima edição do Hopi Pride Festival, realizado no Hopi Hari, em Vinhedo (SP).

A cantora subiu ao palco principal com a “Tara & Delírio Tour”, com um repertório que percorreu seus três álbuns e o EP mais recente, “esse delírio vol. 1” (2025).
A abertura ficou por conta de “Teu Beijo”, que já colocou os espectadores para cantar e dançar junto logo de cara. Ao longo da noite, o setlist reuniu hits e faixas queridas pelos fãs, como “Chega”, “Você Vai Gostar”, “Bixinho”, “Tangerina”, “Tu e Eu” e “Saudade de Você”, mantendo a energia lá em cima do início ao fim.
Duda interagiu bastante com o público, esbanjando toda sua simpatia e carisma. A resposta veio à altura: fãs puxaram coro de “Duda, eu te amo!”, representando todo carinho e admiração pela artista. Visivelmente feliz, ela demonstrou gratidão e destacou a importância de estar, pela primeira vez, em um festival que sempre quis fazer parte.
Um dos destaques de acompanhar Duda Beat ao vivo é justamente ver o quanto ela se diverte no palco com a própria equipe. A banda e as backing vocals, extremamente entrosados, acompanham cada nota e letra com energia, enquanto o ballet traz expressão com força e sensualidade, em coreografias influenciadas por Jazz Funk e Heels.
Tudo isso cria uma sintonia muito natural com a cantora, que se entrega de corpo e alma na performance, sem abrir mão dos vocais afiados.

A apresentação também marcou o retorno da artista ao Brasil após a turnê europeia, encerrada no dia 19 de abril. Em entrevista exclusiva ao Vou de Grade, ela comentou sobre a recepção calorosa dos fãs e refletiu sobre as diferenças de se apresentar fora do país.
Com um encerramento ao som de sua versão de “CHIHIRO”, faixa originalmente de Billie Eilish, Duda Beat deixou sua marca na história do Hopi Pride ao servir um espetáculo completo e prazeroso de assistir desde a primeira batida, que, como já era de se esperar, fica na sua cabeça e reforça por que esse foi um dos grandes momentos do festival.


1 comentário
Que matéria bem estruturada…!